Etapasdo Parto 3


O Parto: Normal | Cócoras | Cesariana

1º, 2º e 3º meses de gravidez4º, 5º e 6º meses de gravidez.7º, 8º e9º meses de gravidez.

Dilatação

O trabalho de parto envolve várias fases e a gestante em geral dispõe de um tempo suficiente para chegar ao hospital e ter um atendimento adequado.No final dagravidez deve manter preparada uma sacola com as suas coisas e as roupas do bebê, estar informada sobre os primeiros sinais do início do trabalho departo, ser alertada para possíveis situações de emergência e dispor de ajuda e meios para se locomover ao seu hospital.

1. Na fase precoce do trabalho departo a gestante pode sentir uma maior pressão sobre a bexiga, pode apresentar diarréia e dor severa nas costas. As contrações, em bora ainda não dolorosas,se tornam mais freqüentes. Nesse período o colo do útero amolece, iniciando oseu processo de apagamento e dilatação. Geralmente ocorre o que se chama deperda do tampão mucoso, com o aparecimento de um corrimento espesso esanguinolento. Quando as contrações uterinas começam a ficar mais intensas eregulares, pode ou não ocorrer o rompimento da bolsa de líquido amniótico, quemuitas vezes escorre pelas pernas, molhando as roupas. Na maior parte doscasos essa é a hora de chegar ao hospital.

Expulsão

2. No momento da internação hospitalar, são realizados vários procedimentos de rotina, como a medida da temperatura, da pressão arterial e da freqüênciacardíaca da mãe e do feto. A gestante é instruída para permanecer deitada delado, em jejum, podendo ingerir apenas água. Uma via intravenosa, para receberlíquidos, pode ser instalada. Medidas como o enema (lavagem intestinal) e atricotomia (raspagem dos pêlos pubianos) não são mais realizadas de rotina na maioria dos hospitais.

3.Quando as contrações uterinas adquirem um ritmo constante e regular,inicia-se a fase ativa do trabalho de parto. Nessa fase é importante omonitoramento adequado da freqüência cardíaca fetal, atentando para sinais queindiquem sofrimento do feto. Se as contrações se tornarem muito dolorosas podeser necessário algum tipo de medida para aliviar a dor. A mais usada é achamada analgesia peridural, mas esta requer centros hospitalares maisequipados e a presença de um médico anestesista. O andamento do trabalho departo é acompanhado através de um gráfico chamado de partograma. Com isso, épossível detectar precocemente alterações que venham interferir na boaevolução do trabalho de parto, antecipando situações que podem determinar anecessidade de uma intervenção cirúrgica, conhecida por cesariana.

Nascimento

4. No final dessa fase, com o colo uterino dilatado, a gestante senteuma pressão maior no períneo e a necessidade de empurrar como se fosse evacuar. É ochamado "puxo". Na maioria das vezes a gestante é levada para uma sala ondeocorrerá o parto, a sala de parto. Colocada em uma cama especial, em posição ginecológica e com a cabeceira elevada, iniciam-se as manobras que facilitarãoo nascimento. Algumas vezes pode ser necessário realizar uma pequena incisão,geralmente lateral no períneo, para facilitar a saída do bebê, chamada deepisiotomia.

5. Em seguida ao nascimento, o cordão umbilical é clampeado e cortado. Obebê é levado para receber os primeiros cuidados por um médico pediatra e apósé colocado junto à sua mãe, podendo ser amamentado imediatamente.

6.Enquanto isso, o médico obstetra realiza as manobras de expulsão daplacenta, revisão do trajeto do parto e sutura da episiotomia.

7.A mãe é colocada em observação nas primeiras horas após o parto, parao controle de eventuais sangramentos e a recuperação da analgesia peridural.

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